Relatos Reais


Essas histórias ajudam a usuária a se identificar emocionalmente, mostrando que a SOP tem diferentes faces, mas também diferentes caminhos de superação.


Alexa — 24 anos


“Descobri a SOP quando tinha apenas 16 anos e, naquela época, eu não fazia ideia do que isso significava. O diagnóstico veio com muitos medos e dúvidas. Comecei o tratamento médico, mas confesso que não via resultados — eu continuava comendo besteiras, sem nenhuma rotina de exercícios, e via meu corpo mudar de forma que me deixava triste.

Depois de um tempo, decidi entender a fundo o que era a síndrome. Estudei, pesquisei, mudei hábitos aos poucos. Quando comecei a praticar academia com regularidade e melhorei minha alimentação, tudo mudou: perdi peso, minha pele melhorou, as espinhas diminuíram, e até os pelos no queixo começaram a desaparecer.

Hoje, me sinto bem com meu corpo e, mais do que isso, me sinto no controle da minha saúde. Foi dessa vivência que nasceu a ideia do SOPApp — um espaço para compartilhar conhecimento e mostrar que é possível viver com equilíbrio e autoestima, mesmo com a síndrome.”


Luana — 28 anos


“Durante anos, eu achava normal ter ciclos completamente desregulados, pele oleosa e variações de humor. Só depois de muita pesquisa descobri que tudo isso tinha um nome: Síndrome dos Ovários Policísticos. No início, fiquei confusa — havia muita informação desencontrada na internet, e eu não sabia por onde começar.

Aos poucos, comecei a buscar conteúdos confiáveis, estudar sobre hormônios, alimentação e o papel da atividade física. Foi nesse processo que aprendi que a SOP não é um fim, mas um convite para conhecer melhor o próprio corpo. Entendi como os sintomas se relacionam com meus hábitos diários e percebi que pequenas mudanças podiam fazer uma grande diferença.


Camila — 35 anos


“Meu diagnóstico de SOP veio como uma surpresa. Eu já estava tentando engravidar e achava que minha dificuldade era apenas estresse. Quando o médico explicou a síndrome, confesso que saí do consultório sem entender quase nada.

Comecei a ler artigos, ver vídeos e participar de grupos de mulheres que também têm SOP. Foi assim que aprendi sobre as fases do ciclo, o papel da insulina, e como o estilo de vida influencia diretamente na saúde hormonal. Quanto mais eu aprendia, mais percebia que viver bem com SOP era possível — bastava me conhecer, observar meu corpo e fazer escolhas mais conscientes.

Ainda não uso aplicativos de acompanhamento, mas entendo o quanto eles podem facilitar esse processo. Hoje, eu diria que conhecimento foi meu primeiro tratamento. Saber o que acontece comigo me deu segurança, e agora quero ajudar outras mulheres a também se entenderem, sem medo e sem culpa.”